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| Capa Universal Pictures |
Nesse acidente, morrem ambos os filhos do casal. Afetada por este acidente, Annie fica extremamente frágil e melancólica, mantendo sua única razão de viver na pessoal de seu marido, Chris.
Não obstante, seu marido também vem a falecer um outro acidente anos depois. Com isso, Annie fica sozinha e tem que lidar com o luto da perda de todos os seus familiares próximos, filhos e depois o marido.
O espírito de Chris, então, é levado a uma dimensão imaterial moldada à sua visão mental de paraíso. Lá ele reencontra primeiro seu cachorro de estimação e um guia espiritual, transmutado na figura de um adulto, mas que na verdade é seu filho falecido.
Nesse ínterim, Chris tenta entrar em contado com sua esposa, mas sem obter sucesso na comunicação espiritual.
Enquanto convive com novas descobertas e tenta aprender a lidar com seu corpo espiritual, Chris acaba sabendo que sua mulher, em luto e depressão profunda, cometeu suicídio e que, em decorrência disso, não iria poder encontrá-lo na mesma dimensão em que ele se encontrava.
Decidido, Chris faz o possível para reencontrar sua esposa e assim permanecer com ela, mesmo que para isso tenha que abrir mão do paraíso.
O filme utiliza de literatura e suas observações sobre o mundo espiritual, demonstrando o que se dá logo após e na sequência da partida. Tem interesse cultural e pode ser utilizado para se filosofar sobre o assunto, assim como avaliar a importância da vida e as influências entre os planos.
