Os índices de longevidade são dados essenciais para que se possa programar uma vida ativa e frutífera no tempo. Não se trata de uma estimativa distante. 30 ou 40 anos de vida ainda restante até o atingimento das expectativas públicas de vida em um país é algo a ser aproveitado com carinho e consciência. Tudo passa. O inexorável relógio do tempo pessoal não para.
Não se trata de negar possibilidade pessoal de viver mais que a expectativa, algo ponderável conforme a qualidade de vida individual e predisposição genética e ambiental. O que se quer, ao se estimular o uso racional das medidas de expectativa de vida, é estimular o aproveitamento racional do tempo útil de vida.
Nesse sentido, mesmo que a pessoa consiga e espere viver mais que o tempo médio de vida em um determinado país, isso não deve ser levado em consideração na sua programação existencial. É importante que a pessoa foque o uso de seu tempo útil naquilo que poderá ser feito nessa fase, entre 30 a 40 anos de idade, a qual equivalerá a cerca de 30 ou 40 anos de vida restante.
Fazer essas escolhas conscientes permite ter a noção exata de onde investir ou não se tempo. Na importância de viver todas as experiências possíveis e desejadas, com acuidade e sabendo das limitações estatísticas atuais do tempo de vida.